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Friday, March 12th, 2010 | Autor: Biocientista

PORQUE SANGUE HUMANO ATRÁI MOSQUITOS

Quando chegou a hora de o ecólogo químico Walter Leal, testar se os seres humanos produzem um odor natural que atrai os mosquitos, o próprio Leal foi o primeiro voluntário. “Eu medi meus próprios níveis”, disse Leal. “Eu pensei que eu daria um bom exemplo. Se você fizer isso primeiro, depois os outros não vão ter medo.”

Na verdade, existe pouca ou nenhuma razão para se ter medo. Os cientistas estavam procurando apenas a substância em si, não tentando descobrir se o composto pode atrair os insetos para uma refeição de sangue. E os pesquisadores descobriram isto – nonanal, uma substância produzida por seres humanos e aves, que cria um cheiro forte que os mosquitos Culex não resistem quando a encontram.

Mosquito Culex quinquefasciatus

Creditos e versão maior da foto

Leal apenas teve que arregaçar as mangas. Seus colegas colocaram uma seringa como instrumento, ao lado de sua pele, e em seguida colocaram o braço envolto em papel alumínio para manter o ambiente confinado. Após uma hora, a ponta da seringa foi injetada em uma máquina especial para ver se a mesma continha nonanal e, em caso afirmativo, o quanto seu corpo havia produzido.

Abundânte, foi como ela saiu. “É ali. Temos muito disso,” ele disse. “Eu acho que lançou 20 nanogramas por hora. Isso é muito alto.” Esses resultados podem muito bem explicar o que aconteceu com ele há dois anos no México, durante uma viagem de caça ao besouro de campo quando – apesar de muitas precauções – mosquitos foram atrás dele com vingança.

Walter Leal, professor de etmologia e Zain Syed, pesquisador de pós-doutorado, trabalhando juntos no lab. de Leal, na Universidade da Califórnis, em Davis.

“Havia tantos mosquitos, eu não podia acreditar”, Leal lembrou. “Eu pulverizei Deet em toda parte do meu corpo, inclusive no meu cabelo. Na manhã seguinte, percebi que eles tinham passado por minhas meias e me mordido como loucos – e eu estava usando meias grossas. Se você se esquecer em um determinado lugar, os mosquitos irão encontrá-lo – e ir para dentro. Eles passarão por qualquer coisa, até mesmo jeans, desde que saiba que existe um vaso sanguíneo, do outro lado. Eles podem sentir o calor “.

No entanto, enquanto a maioria das pessoas evitam insetos, especialmente os que mordem, Leal, o professor de entomologia da Universidade da Califórnia (UC), em Davis, procura-os com entusiasmo.

“A diversidade e a fisiologia dos insetos é muito notável”, disse ele. “Um inseto é muito diferente do outro – isso é o que os torna tão interessante.”

Em sua pesquisa, Leal é mais conhecido por seu trabalho com feromônios sexuais de insetos (mensageiros químicos) e da ecologia química de insetos e de comunicação, todas com potenciais aplicações para controle de pragas. Ele descobriu porque os mosquitos são repelidos por Deet – eles realmente odeiam o cheiro – e ele identificou e sintetizou os complexos feromônios de insetos, como escaravelhos, percevejos, besouros chifrudos, traças, o verme laranja naval e até baratas.

“Eu posso trabalhar com qualquer inseto, incluindo a barata”, disse ele. “Elas não são tão agradáveis. Elas comem quase tudo, por isso é impossível fazer um ambiente não é acessível a elas. E é difícil para matá-las – elas têm sensores para o ar, então quando você tenta bater nelas, elas detectam a movimento e fogem. Ouvi dizer que existem pessoas que comem baratas, só para mostrar que não está tão ruim. Eu não sou um deles. “

Seu favorito? Escaravelhos. “Eles são tão bonitos e elegantes”, disse ele. “Mas é muito difícil trabalhar com eles aqui na Califórnia, porque muitas das espécies são invasoras. Portanto, não podemos tê-los na Califórnia”.

Leal cresceu em Recife, Brasil, onde sua irmã e três irmãos ainda vivem. “Eu sou o único que saiu”, disse ele. Ele fez sua primeira viagem à América em 1976 como estudante, para ajudar nas histórias do noticiário sobre a seleção brasileira de futebol, durante a Copa do Mundo Bicentenário. “Eu ainda tenho o passaporte”, disse ele.

Tornou-se interessado em questões ambientais ainda na faculdade, e recebeu seu diploma de bacharel em Engenharia Química pela Universidade Federal de Pernambuco, em Recife. Ele ganhou dois graus de especialização em universidades no Japão, onde passou 16 anos, a maioria deles trabalhando para o governo japonês. Ele obteve um mestrado em química agrícola da Universidade de Mie em Tsu-Mei, e um doutorado em bioquímica aplicada na Tsukuba University, em Tsukuba, perto de Tóquio. Ele se mudou para os Estados Unidos em 2000, quando ele se juntou ao corpo docente da UC Davis.

Recentemente, ele foi selecionado como membro da Sociedade Entomológica do Norte, um prêmio de prestígio que reconhece até 10 membros cada ano, por suas pesquisas e contribuições de ensino.

A esposa de Leal é professora de escola primária e o casal tem três filhos. Um está na faculdade e os outros dois são de 12 e 9 anos. Leal afirma não ter hobbies. “Trabalho tão duro, não tenho tempo de sobra”, disse ele. “Na verdade, tenho hobbies, mas não tenho tempo para eles.” Andar de bicicleta é um deles, por isso ele vai ao trabalho de bicicleta quase todos os dias. Ele leva cerca de dez minutos. “Davis é uma pequena cidade amigável para bicicletas, com muitos atalhos”, disse ele.

Tanto quanto Leal ama os mosquitos, ele diz não preferir os mesmos às pessoas. Muito pelo contrário, na verdade. “Eu gosto muito mais das pessoas, é por isso que eu trabalho com mosquitos, para proteger as pessoas deles.”, disse ele.

Este é um artigo traduzido para o português brasileiro, do original em inglêsWhy Human Blood Drives Mosquitoes Wild“.

Texto original de:
– Marlene Cimons, National Science Foundation, mcimons@nsf.gov

Pesquisadores:
Walter Leal

Instituições/Organizações envolvidas:
Universidade da Califórnia – Daves

Localização:
Califórnia – EUA

Custo da pesquisa (em dólares US):
UU$ 496,127

National Science Foundation

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Saturday, June 27th, 2009 | Autor: Biocientista

Dino?
Li uma noticia no minimo curiosa e que pode alterar totalmente a concepção sobre os dinossauros, que alimentamos até hoje: eles podem não ser do tamanho gigantesco que pensavamos. Claro que, mesmo existindo essa hipótese, eles continuarão sendo considerados os maiores animais que ja povoaram nosso planeta.

Em artigo publicado dia 21/06, no Journal of Zoology, da Sociedade Zoológica de Londres, um grupo de pesquisadores afirma que o modelo estatístico usado para o cálculo do peso dos dinossauros é falho, o que pode ter levado pesquisadores a superestimar o tamanhos dos extintos répteis.


“Os paleontólogos usam um modelo estatístico publicado há mais de 25 anos que estima o peso dos dinossauros gigantes e de outros animais grandes de linhagens extintas. Mas, ao reexaminar dados da amostra original, que serviu de referência para a produção do modelo, verificamos que ele estava seriamente errado”

Essa afirmação foi feita por Gary Packard, da Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos, que completou a resposta dizendo que, ao efetuarem novos calculos e algumas análises, chegaram a conclusão que possivelmente os dinossauros tivessem metade da massa corporal daaquela que lhes foi atribuido.

Tiranossauro Rex

Tiranossauro Rex: possívelmente bem menor do que pensamos!

Para ilustrar um exemplo: o Apatosaurus louisae, um dos maiores dinossauros conhecidos, tem uma atribuição de massa em torno de 38 toneladas e após os novos cálculos feitos pelos pesquisadores, constataram que provavelmente ele tenha 20 toneladas a menos que essa atual atribuição, ou seja, esse animal extinto deveria pesar no maximo, 18 toneladas de massa corpórea.

E como eu imaginei antes de terminar de ler o artigo:

Segundo os cientistas, o modelo corrigido terá importantes implicações para diversas teorias a respeito da biologia dos dinossauros, que enfoquem, por exemplo, seu metabolismo energético, necessidades alimentares e modos de locomoção.

É o mundo das ciências nos surpreendendo a cada dia.

Fonte: Science Daily

Friday, June 26th, 2009 | Autor: Biocientista

GenéticaHa algum tempo atrás,  colocamos uma enquete na lateral do site e a questão proposta era a seguinte: Qual assunto mais te fascina? As opções disponíveis para resposta eram a Genética, Biologia Celular/Molecular, Zoologia/outros, Embriologia e Botânica. Como regra, fizemos com que a votação pudesse ser feita apenas uma vez e com apenas uma escolha por votação, o que deu mais credibilidade nas estatísticas.

Analisando os resultados, percebi que era realmente aquilo que imaginávamos ter como resultado final. Um total de 49% dos que votaram, escolheram a Genética, como assunto mais fascinante da Biologia, acompanhada de 28% que escolheram a Biologia Celular/Molecular. É um resultado expressivo para a Genética mas que não traz nenhum espanto à nós. Temos acompanhado a evolução desse campo de estudo e visto que as novas descobertas tem nos dado promessas de grandes avanços para o tratamento de diversas doenças.

Hoje a humanidade sofre gradativamente com doenças como Diabetes, AIDS, Câncer. Só essa ultima, o câncer, mata em torno de 7,5 milhões de pessoas anualmente. A Aids leva a óbito cerca de 2 milhões de pessoas, anualmente, no mundo. Com estatísticas tão alarmantes, é fato que, ao decorrer do tempo em que as noticias científicas vão se alastrando, a fé humana se concentre em torno da genética como forma de cura.

Genética

A enquete!

Essa concepção “messiânica” da genética vem sobre nós através dos fatos. Como, por exemplo, na noticia de 2006, onde cientistas japoneses conseguiram produzir celulas tronco sem destruir o embrião (grande assunto gerador de polêmicas). Esse fato foi um passo importante para que se caminhasse rumo ao tratamento de doenças degenerativas. A noticia é apenas um exemplo, mas existem muitas outra que poderíamos citar e dar como exemplo o motivo pela qual as pessoas acreditam e se fascinam pela genética.

Video muito interessante sobre as questões genéticas!

Existe um outro lado da moeda, como todas as coisas nessa vida: a genética com fins comerciais. Particularmente eu não gosto da idéia, até porque a modificação genética feita para fins comerciais se mostra um tanto mascarada pelas empresas que as pratica. Mas não deixa de ser um avanço científico e certamente podemos tirar algumas lições e técnicas para que o outro lado das pesquisas (as que visam nosso bem estar) também cresça.

Friday, February 20th, 2009 | Autor: Biocientista

Quem disse que noticia boa e útil envelhece? Noticia boa, útil e inédita tende a atualizar-se sempre e nunca ir para o limbo, certo!? Estava folheando um jornal local (Curitiba-PR) com data do inicio desse mes e foi quando me deparei com uma excelente noticia, uma descoberta preciosíssima, tanto para nós, biocientistas, como para toda a humanidade.

A bióloga formada pela UFPR (1999) e Drª. em Biologia Celular e Molecular pela USP, Lyris Martins Franco de Godóy, concluiu uma pesquisa (pesquisa inédita, utilizada em seu pós-doutorado e que teve duração de 10 anos) de extrema importância para a comunidade cientifica mundial: o mapeamento de proteínas em células vivas. Durante 10 anos, iniciados desde sua formação pela UFPR, este tem sido um trabalho exaustivo e muitas vezes frustrante, conforme palavras da própria autora.

O protenoma, como é conhecido o estudo desse conjunto de proteínas, é um estudo considerado bem mais complexo que o estudo do mapeamento genético (Projeto Genoma Humano), especificamente por não existir tecnologias específicas e suficientes desde o início das investigações. Porém, durante esses anos todos, as tecnologias necessárias foram criadas e aperfeiçoadas, dando possibilidade ao mapeamento protéico.

Conforme a Drª Lyris proferiu nessa entrevista ao jornal, o foco das investigações era o de detectar e identificar o máximo possível de proteínas, com o intuito de descobrir uma técnica antes inexistente e que pudesse servir à outros campos da pesquisa ciêntifica. Antes do anuncio desses resultados expressívos, mapear proteínas em células vivas era uma meta utópica mas isso nunca tirou a persistencia da pesquisadora e sua equipe. Até porque, a persistência e a curiosidade é a alma do pesquisador.

Proteina

Proteína

Para que todos possam entender o motivo da minha empolgação sobre a noticia: as proteínas estão presentes praticamente em todos os processos do metabolismo celular. É ela que faz a célula funcionar corretamente e que supre as necessidades celulares mas as células humanas são de uma complexidade inimaginável a ponto de tornar inviável o estudo diretamente com elas. Para alcançar algum resultado expressívo, o objeto de estudo foram as leveduras, aqueles mesmos organismos que fazem o pão fermentar. Agora que a técnica para mapear proteínas foi descoberta, o caminho até o estudo em células humanas está a um passo e eu espero que seja a passos largos.

Mas qual a real benfeitoria que nos trouxe essa descoberta? Como eu disse acima, as proteínas são praticamente a “maquinaria” da célula. São as proteínas que mantem a celula viva e é preciso conhecê-las (mapeamento protéico). Uma doença como câncer, por exemplo, envolve diretamente o metabolismo celular (crescimento celular desordenado) e conhecendo quais proteínas estão envolvidas no desenvolvimento dessas doênças (nao apenas cancês, mas todas), pode-se desenvolver métodos para frear esse desenvolvimento infeccioso no organismo, ou seja, a cura para N doênças.

O estudo foi concluido na Alemanha, pois a tecnologia necessária existe por lá. Mas uma outra boa noticia que temos é: o Instituto Oswaldo Cruz (RJ), que tem extensão aqui em Curitiba (Instituto Carlos Chagas) e cujo a pesquisadora tem uma forte parceria, conseguiu os recursos necessários para a aquisição dos mesmos equipamentos que ela tinha acesso na Alemanha. Todos esse material terá um custo total de 1 milhão de dólares (US). O que é 1 milhão de dólares para um país onde o desvio de verbas e o descaso com o dinheiro público chega a cifras 100 vezes maiores que isso? Precisou alguem ter que ir à outros país para estudar e obter essa descoberta maravilhosa, que deveria ter sido feita por aqui mesmo, se não fosse o descaso que nosso governo tem com a pesquisa cientifica. Enfim, a opinião expressa pela pesquisadora é a de que, em nosso país existe um descaso muito grande e não há investimento na área da pesquisa cientifica e que o problema não é recurso humano, mas financeiro mesmo. Recurso humano existe e de qualidade. Acorda Brasil, acorda.

Fonte de incentivo: Jornal Gazeta do Povo (Ed. 01/02/09 – impresso)

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Friday, January 02nd, 2009 | Autor: Biocientista

ScienceOlá meus caros. Espero que tenham passado maravilhosamente bem a passagem de ano. Se tem uma coisa que precisamos fazer sempre que adentramos  em um novo ano é traçar metas e que vocês possam ter feito isso, afinal uma vida sem objetivos é meio chata, não!?

Entretanto, o que nós, amantes da Ciências Biológicas, esperamos nesse ano? Com certeza esperamos que, projetos que foram iniciados e/ou estão em andamento, possam alcançar seus objetivos nesse ano. Para você ter idéia da produção ciêntifica em andamento, dê uma conferida nessa pagina da Unicamp: Pesquisas Financiadas em 2008 (Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética). Tenha em mente que essa lista é somente da Unicamp, ou seja, possívelmente a produção ciêntífica em andamento é bem maior, assim esperamos.

Estava navegando pelos sites de notícias, no primeiro dia do ano, e acabei encontrando descobertas desagradáveis referente a uma doença que também me acomete: a diabetes melitus tipo 2. O que antes era apenas hipótese, tornou-se fato, mediante estudos e pesquisas. Uma das instituições que constatou que essa hipótese é verídica, foi a Universidade de Alberta, nos Estados Unidos.

A diabetes melitus tipo 2, cujo o indivíduo tem uma redução nos níveis de insulina ou seu organismo não sabe o que fazer com ela, pode levar o ser vivo à um tipo de retardo mental. Não que ele venha ter complicações neurológicas ou qualquer coisa que possa levá-lo aos tipos de retardos mentais que temos conhecimento e que levam a pessoa para uma vida dependente. O que pode acontecer é o cérebro do diabético tem uma redução considerável nos níveis de raciocínio e de resposta rápida referente a tomada de decisões, por exemplo. Já se sabia que a diabetes tem ligação direta com o aparecimento do mal de Alzheimer e com essas pesquisas e constatações, pode-se comprovar quais fatores que podem levar o indivíduo à essas complicações mentais. Digo que ler isso não é nada agradável, para quem tem a doênça, mas para alguem com visão ciêntífica, mesmo que portador da doênça, não posso deixar de ver com bons olhos esses resultados, já que é um grande passo para a outra fase: como combater esse problema.

Infelizmente eu não posso dizer que sou um exemplo quanto aos cuidados que devem ser tomados. Por muitas vezes meu tratamento quimico, mediante drogas administradas oralmente, foi suspenso mas eu prometí a mim mesmo que esse ano levarei a rísca. Fazer exercícios físicos é outro ponto que trás resultados extremamente benéficos para o portador da diabetes. Mas eu tenho esperanças de que o ano de 2009 será um ano promissor na descoberta de tratamentos para diversas doênças e cultivo desde já esta esperança.

Coloquei abaixo um video explicativo sobre a diabetes. O video foi idealizado pela Pfizer Farmacêutica e produzida pela Vagalume Animation Studio. Confira:

 

Um excelente 2009 para todos nós.

Tuesday, December 23rd, 2008 | Autor: Biocientista

Amigo leitor do Biocientista.com. Primeiramente, minhas sinceras desculpas pela demora em atualizar o “desfecho” final sobre o tema câncer, pois tivemos um problema com o host e graças a um grande amigo, o site voltou ao ar. Não posso em hipótese alguma, dizer que “infelizmente” ele chega ao fim, mas posso dizer que, por causa desses posts, muitas pessoas vieram e virão saber como se dá o inicio de um câncer, como prevenir, quais os agentes que podem causar essa doênça, que é tão letal para todos os seres viventes e cujo ainda estamos sem uma cura. No mais, informação nunca foi, não é e nunca será demais.

Quero deixar claro mais alguns pontos importântes, que nao foram tratados nos 4 posts anteriores. Um desses pontos refere-se a quais orgãos estão mais pré-dispostos ao câncer. No Brasil temos informações de que, nos homens, as maiores incidência de câncer se dão no estomago, pulmão e na próstata (por isso a importância do exâme do toque retal). Nas mulheres, os orgãos mais afetados pelo câncer são as mamas e o colo do útero.

Mas como podemos explicar essas incidências em orgãos específicos?

É um tanto dedutívo isso. O câncer de pulmão, por exemplo, tem como maior responsável o fumo. Já o câncer de colo de útero pode ser determinado por fatores como o início precoce das relações sexuais, multiplos parceiros e infecções virais (especificamente pelo papiloma vírus). Infelizmente, para os outros orgãos cujo o câncer Leia mais…

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