É inegável que nós, a raça humana, somos os responsáveis diretos pelas inúmeras falhas e crimes ambientais que temos visto por aí. A matanças de animais de modo desenfreado, que leva à extinção de N espécies é apenas um dos exemplos que podemos citar aqui, assim como o tráfico de animais silvestres, que são retirados de seus habitat’s nativos com o intuito de ganhar dinheiro.
Mas o que temos visto mais em voga nos dias atuais é a responsabilidade, mediante acusação atribuida ao homem, no que se refere ao aquecimento global. Sempre vemos protestos, Forums e outras “mesas” de debates sobre este tema pelo mundo e em todas elas o consenso geral é o de que o homem é o grande culpado pela elevação desacerbada das temperaturas pelo mundo todo. Mas existe muita gente cientificamente gabaritada, que discorda desses protestos alarmistas que acontecem pelo mundo.
É exatamente essa a palavra (Alarmistas) que esses ph.Ds discordantes (sim, todos são pós-doutores), de instituições extremamente respeitadas no mundo todo, utilizam para referir-se aos protestos sobre o aquecimento global. Eles se reuniram em Nova Iorque, em meados de março de 2008, para a “2008 International Conference on Climate Change“, afim de reunir os estudos sobre o tema e chegar a conclusão de que esse alarde todo não tem tantos motivos justificáveis.
Existe um motivo claro para tais discordâncias. Pelas estimativas que noticiam por aí, a humanidade é responsável pela emissão anual de aproximadamente 6,5 toneladas de CO2 (dióxido de carbono) na atmosfera terrestre. Mas é somente desse modo, pelas atividades humanas, que o CO2 é expelido na natureza? É claro que não. Então, porque somos os grandes responsáveis por tudo isso? Vamos ao fato que faz com que esse pessoal altamente capacitado, discorde da acusação de que somos os grandes responsáveis pela destruição via CO2:
A natureza (mares e terra), por sí só e pelos processos naturais que a fazem funcionar, despeja anualmente algo em torno de 150 a 200 toneladas de CO2. Com esse dado, concluímos que o homem é responsável direto por apenas 3% de toda injeção de CO2 na atmosfera. Mas segundo os cientistas dessa conferência, os “alarmistas” apontam exclusivamente para o CO2 como fonte principal de deterioração da camada de ozônio e esquecem que é o vapor de água o gás vilão dessa história toda. Esse vapor é responsável por 98% de todo o “efeito-estufa” presente na Terra e o CO2 fica com 2% do processo, ou seja, um mero figurante.
Industrias em Yokohama-Japão: O homem injeta somente 3% de todo CO2. (foto:Paul Davdson)
Existe um outro pensamento que circula por aí. Nos estudos sobre os “ice cores” (núcleos de gelo), sabe-se que em eras interglaciais anteriores a nossa, o calor em muitos momentos foi maior do que é hoje e mesmo assim não ameaçou a vida existente. Segundo os cientistas, especialistas nesse assunto, especificamente nos estudos da nossa era interglacial chamada de Holoceno, os ursos-polares resistiram perfeitamente à temperaturas maiores do que as atuais. Falando em um período mais recente de aquecimento global, o da “Alta Medieval“, cujo foi quando a Groenlândia recebeu seu atual nome, o verde da Greenland (terra verde, em inglês) e os vikings sumiram do mapa quando a “Pequena Era do Gelo” chegou (1350-1840) e cobriu a Groenlândia com gelo novamente. Podemos dizer que, isso sim, foi uma mudança climática drástica e ameaçadora, tanto que os vikings desapareceram por conta disso.
Segundo Bob Carter, da James Cook University (Austrália), a instabilidade climática atual é mais indicativa à uma nova era glacial do que própriamente à uma “febre” global, conforme anunciam os “alarmistas” e “sensacionalistas”.
De qualquer maneira, nosso planeta deve ser preservado e a humanidade deve ser consciêntizada disso.
Para finalizar esse tema, deixo uma enquete abaixo.

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Abraço
Fonte de referência: Galileu